Weber Soldera ganhou, no colo, a Acovec, a "instituição incógnita". Por tabela, deveria ser indicado, também, à secretaria de Comércio e Indústria. NÃO FOI!
Conclusão: começou a fazer carreira solo, e fortalecer o próprio nome para prepará-lo às próximas eleições.
Mas o prefeito, que não titubeia em dizer "secretário é para trabalhar, enquanto EU faço política", anda irritado com a exposição positiva que o empreendedor e jovem Weber vem tendo na cidade.
O final da história todos já sabem. Basta comparecer aos eventos públicos da cidade, onde o prefeito vai acompanhado de sua corja, que não mais conta com a presença de Weber Soldera.
Detalhe: o mandato da entidade tem duração de dois anos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
E, por falar nisto, onde está a verdade, senhor prefeito?
Engraçado que eu me lembro como se fosse hoje, o Milton, em cima do caminhão, discursando para aquela mesma gente que o acompanha há trocentos anos, e dizendo: "farei o governo do Bem. Não perseguirei, bla bla bla".Chorando, com a mão no peito, e toda aquela cenografia carregada e superficial que o caracteriza.
Esta semana, roda a cidade uma carta cheia de calúnias, indagações e levianas suposições lançadas pelo prefeito e direcionadas ao vereador Júnior Vendemiatti. Chama, inclusive, o parlamentar de "moleque", dentre outros adjetivos tirados pelo prefeito de seu dicionário particular que em muito deve ter sido enriquecido pelo seu passado recente.
O objetivo, naturalmente, é desestabilizar o jovem vereador, que sabidamente detém uma carreira em ascensão. E, ao mesmo tempo, mandar um recado à Marta Leão, ao Carlinhos Paffaro, ao Izael e ao Rubens Nunes.
Interessante como um cidadão que tem uma história bastante conturbada, nebulosa, e marcada por complicações com a justiça cobra de um jovem religioso e correto "dignidade". Será que o verdadeiro significado da palavra ser perdeu?
Deixo claro, aqui, que não estou tomando as dores de ninguém. Estou tomando as dores da verdade, da moralidade, e da DISTINÇÃO entre cidadãos do BEM, que têm vergonha na cara, e que trabalham pelo BEM, e de cidadãos do MAL, que não têm vergonha na cara, que DÃO AS MÃOS para rezarem o "Pai Nosso" e desrespeitam cada preceito da Sagrada Oração a cada dia, a cada momento.
"Onde está a verdade, senhor Júnior Vendemiatti", questiona o prefeito.
Bom, prefeito. Se é para falar em verdades, o senhor também tem várias delas a nos mostrar.
Só em 2009, por exemplo:
- Por que o interesse em equiparar o CARGO DO SEU PRIMO, o Canjica, ao de Secretário, que o senhor enviou em forma de projeto por duas vezes à Câmara? Por que? Por que?
- Por que queria criar o Diário Oficial em uma cidade onde o centímetro de coluna da publicação oficial é extremamente inferior ao comercial? Hein?
- E a história da terceirização MACABRA da Festa da Uva? Não vai explicar não?
- Sem se esquecer da "parentaiada" que o senhor contratou via empresas privadas, e da parentaiada que indicou sob a proteção da Lei. Cadê a dignidade? Cadê a verdade?
E deixemos de lado o passado. Afinal, eu quero continuar vivo.
Me desculpem os leitores, mas se tem algo que me revolta é isto.
Alguém se achar por cima de todas as coisas, e, do "trono", passar a atirar naqueles que, pelo bem, se opuserem à sua insaciável sede de PODER. Aliás, há momentos em que o Poder nos é mais do que ORGULHO. É necessário! Ou não é?
Neste contexto, parto para uma reflexão acerca da vida.
Todos nós nascemos, crescemos, reproduzimos, vivemos, e MORREMOS.
E o importante, seja na infância, na adolescência, na maturidade, na velhice, é que tenhamos uma vida limpa, honesta, ligada aos princípios de Deus, uma vida de exemplo aos nossos filhos, aos nossos menores.
Que a População de Vinhedo seja iluminada e Abençoada, e que como prega a Bíblia, "distingamos o joio do trigo".
"E os que estão sujos, sujem-se mais ainda", também prega o Sagrado Livro. Aos limpos, que se unam.
Um forte abraço a todos!
Lúcio Borges
Esta semana, roda a cidade uma carta cheia de calúnias, indagações e levianas suposições lançadas pelo prefeito e direcionadas ao vereador Júnior Vendemiatti. Chama, inclusive, o parlamentar de "moleque", dentre outros adjetivos tirados pelo prefeito de seu dicionário particular que em muito deve ter sido enriquecido pelo seu passado recente.
O objetivo, naturalmente, é desestabilizar o jovem vereador, que sabidamente detém uma carreira em ascensão. E, ao mesmo tempo, mandar um recado à Marta Leão, ao Carlinhos Paffaro, ao Izael e ao Rubens Nunes.
Interessante como um cidadão que tem uma história bastante conturbada, nebulosa, e marcada por complicações com a justiça cobra de um jovem religioso e correto "dignidade". Será que o verdadeiro significado da palavra ser perdeu?
Deixo claro, aqui, que não estou tomando as dores de ninguém. Estou tomando as dores da verdade, da moralidade, e da DISTINÇÃO entre cidadãos do BEM, que têm vergonha na cara, e que trabalham pelo BEM, e de cidadãos do MAL, que não têm vergonha na cara, que DÃO AS MÃOS para rezarem o "Pai Nosso" e desrespeitam cada preceito da Sagrada Oração a cada dia, a cada momento.
"Onde está a verdade, senhor Júnior Vendemiatti", questiona o prefeito.
Bom, prefeito. Se é para falar em verdades, o senhor também tem várias delas a nos mostrar.
Só em 2009, por exemplo:
- Por que o interesse em equiparar o CARGO DO SEU PRIMO, o Canjica, ao de Secretário, que o senhor enviou em forma de projeto por duas vezes à Câmara? Por que? Por que?
- Por que queria criar o Diário Oficial em uma cidade onde o centímetro de coluna da publicação oficial é extremamente inferior ao comercial? Hein?
- E a história da terceirização MACABRA da Festa da Uva? Não vai explicar não?
- Sem se esquecer da "parentaiada" que o senhor contratou via empresas privadas, e da parentaiada que indicou sob a proteção da Lei. Cadê a dignidade? Cadê a verdade?
E deixemos de lado o passado. Afinal, eu quero continuar vivo.
Me desculpem os leitores, mas se tem algo que me revolta é isto.
Alguém se achar por cima de todas as coisas, e, do "trono", passar a atirar naqueles que, pelo bem, se opuserem à sua insaciável sede de PODER. Aliás, há momentos em que o Poder nos é mais do que ORGULHO. É necessário! Ou não é?
Neste contexto, parto para uma reflexão acerca da vida.
Todos nós nascemos, crescemos, reproduzimos, vivemos, e MORREMOS.
E o importante, seja na infância, na adolescência, na maturidade, na velhice, é que tenhamos uma vida limpa, honesta, ligada aos princípios de Deus, uma vida de exemplo aos nossos filhos, aos nossos menores.
Que a População de Vinhedo seja iluminada e Abençoada, e que como prega a Bíblia, "distingamos o joio do trigo".
"E os que estão sujos, sujem-se mais ainda", também prega o Sagrado Livro. Aos limpos, que se unam.
Um forte abraço a todos!
Lúcio Borges
terça-feira, 7 de julho de 2009
O Blog Café com Política informa que, logo após o término da sessão Ordinária da Câmara, HOJE, irá publicar, aqui, os votos DOS VEREADORES em relação ao projeto do Executivo que cria a "Imprensa Oficial". O 'projeto da maracutaia'.
Quem votar pelo POVO, irá votar "NÃO".
Vinhedense: entre na corrente do "NÃO" para preservar o seu dinheiro. Afinal, dinheiro do povo NÃO É CAPIM!!!
Os dois lados da "imprensa oficial"
É muito importante para um município criar um órgão de publicação dos atos oficiais. Na maioria das vezes, reduz custos, centraliza as principais informações e dá transparência à coisa pública. Sempre vi com bons olhos a existência dos chamados "diários oficiais".
Porém, Vinhedo e suas particularidades me exigem profundas reflexões. Vamos lá: se o valor médio do centímetro de coluna para publicações, na cidade, é de R$ 0,55, e o valor mínimo que um veículo deveria cobrar para, ao menos, custear as despesas, deveria ser de R$ 1,50, o que leva o Prefeito a traçar tal projeto.
Em municípios vizinhos (alguns, BEEEM vizinhos), há grupos de comunicação que, sem concorrência local, praticam preços superiores a R$ 6,00 o centímetro de coluna.
O petebista Milton Serafim (PTB) enviou à Câmara projeto que vai a plenário às 17 horas de HOJE, terça-feira, criando a Imprensa Oficial. Porém, a se considerar a baixa demanda de publicações dos órgãos públicos do município, o não tão elevado número de habitantes, e o custo reduzidíssimo da publicação oficial, torna-se mais do que DESNECESSÁRIA a criação do órgão oficial: é, também, INVIÁVEL.
Portanto, senhores Vereadores, defensores do bom uso do dinheiro público, vamos dizer "NÃO" a este projeto que, cá entre nós, "cheira a maracutaia".
Porém, Vinhedo e suas particularidades me exigem profundas reflexões. Vamos lá: se o valor médio do centímetro de coluna para publicações, na cidade, é de R$ 0,55, e o valor mínimo que um veículo deveria cobrar para, ao menos, custear as despesas, deveria ser de R$ 1,50, o que leva o Prefeito a traçar tal projeto.
Em municípios vizinhos (alguns, BEEEM vizinhos), há grupos de comunicação que, sem concorrência local, praticam preços superiores a R$ 6,00 o centímetro de coluna.
O petebista Milton Serafim (PTB) enviou à Câmara projeto que vai a plenário às 17 horas de HOJE, terça-feira, criando a Imprensa Oficial. Porém, a se considerar a baixa demanda de publicações dos órgãos públicos do município, o não tão elevado número de habitantes, e o custo reduzidíssimo da publicação oficial, torna-se mais do que DESNECESSÁRIA a criação do órgão oficial: é, também, INVIÁVEL.
Portanto, senhores Vereadores, defensores do bom uso do dinheiro público, vamos dizer "NÃO" a este projeto que, cá entre nós, "cheira a maracutaia".
segunda-feira, 29 de junho de 2009
EM TEMPO: Prefeito encontra-se "amofinado com a cúpula" para processar mudanças no Governo
Fontes ligadas ao Executivo dão conta de que, neste momento, o prefeito Milton Serafim (PTB) encontra-se reunido com a alta cúpula de seu governo, traçando mudanças impactantes no Secretariado e segundo escalão da administração.
O motivo, garantem as fontes, seria o "desfile de vaidade" por parte de alguns titulares, que tem desagradado ao Chefe do Executivo, e o baixo rendimento de determinadas pastas, alvo de críticas por parte da Imprensa e da Mídia.
O prefeito, claro, não confirma. O primeiro a "rodar" foi Lole Ferragut. O fato foi anunciado pelo prefeito em um veículo de repercussão quase nula, talvez no intuito justamente de 'não botar panos quentes' sobre a questão.
Extraoficialmente, o blogueiro apurou que podem "dançar", ainda hoje, Toninho Falsarella e Paulo Mattos. Porém, o prefeito está analisando, ainda, qual o impacto negativo que demissões no primeiro escalão poderiam causar à administração.
Semana turbulenta e decisiva no município.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Desestímulo à informação: um brinde aos mercenários e um convite ao amadorismo
O STF aplicou, na tarde desta quarta-feira, um dos mais duros golpes à comunicação. O fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão pode ser interpretado como um desestímulo ao estudo, à carreira e à informação desvinculada de qualquer interesse.
E, não reste dúvidas, há interesses a curto, médio e longo prazo em tal medida. Primeiro, aos "grandões do poder", a desinformação é conveniente. Só assim, Sarneys poderão empregar sua cria maldita no poder, Lulas poderão concorrer a um terceiro, quarto, quinto mandato, deputados poderão presentear amigos com passagem, às custas do povo, e só assim, poderá ser manipulada toda uma realidade de pobreza e necessidade com a divulgação de restritas obras sensacionalistas do Governo, que atingem uma porcentagem ínfima da população.
De fato, o jornalismo está mais para o "comunicador nato" do que para o jornalista formado. Isto não explica, porém, o fim da exigência do MTB. Seria mais viável a concessão do registro aos possuidores de "talento nato" através de uma prova específica e da comprovação de experiência do que a inexistência da necessidade da faculdade para o exercício da profissão.
Sem a obrigatoriedade do diploma, os jovens que sonham uma carreira na Comunicação não precisarão passar mais pelo crivo da faculdade. Assim, estarão desprovidos de disciplinas paralelas importantes, como a ética.
E é exatamente aí que os "grandões" querem chegar. Sem ética, o cidadão se torna mais vulnerável às pressões, menos valorizador de detalhes importantes que envolvem seu cotidiano, mais "vendável", mais mercenário, menos idealista...
Os mesmos grandões que estão, agora, felizes pelo desestímulo à informação, são aqueles de quem o Brasil muito se envergonha, apesar de isto nada importar à trupe do mal. Um Senado caótico, antro da corrupção, falcatruas; uma Câmara perdida, dilacerada pela sobressalência de interesses individualistas; um Executivo extremamente comprometido a estes interesses, marcado pelos mais incríveis casos de corrupção, e pelas mais esdrúxulas tentativas de acobertamento dos mesmos; e por um Judiciário que mais parece um balcão de negócios: "o preço por tal sentença é X".
Sim, senhores e senhoras. É Gilmar Mendes, o glorioso ministro com cara de bolacha estragada que soltou Dantas duas vezes (e soltará quantas mais for preciso), que soltou Marcos Valério, que soltou os deputados acusados de homicídio, que despachou de madrugada para a soltura de diversos outros envolvidos em crime político, foi este Gilmar Mendes um dos defensores piloto do fim da exigência do diploma.
Sejamos jornalistas por ideais, por compatibilidade e por caráter.
Descartemos de nosso meio pseudo-comunicadores que, à frente de veículos, manipulem a informação de acordo com seu interesse, "coçando" e satirizando as necessidades da população, faltando com a ética ao tentar menosprezar a produção informativa de outros veículos e permitindo, pela ausência de caráter, que governantes se "lixem" para o que pensa e necessita o povo.
E, que estes vermes, que ainda circulam pelas nossas cidades, mesmo empesteados de processos e livres por força de uma coleção de habeas-corpus, se juntem, num futuro próximo, a Gilmares Mendes e demais aproveitadores em um final que a Bíblia os reserva: O FOGO ETERNO!
Sejamos heróis como a história mostra que já fomos. Submersa em uma aparente turbulência, está uma grande vitória.
Lúcio Henrique Borges
E, não reste dúvidas, há interesses a curto, médio e longo prazo em tal medida. Primeiro, aos "grandões do poder", a desinformação é conveniente. Só assim, Sarneys poderão empregar sua cria maldita no poder, Lulas poderão concorrer a um terceiro, quarto, quinto mandato, deputados poderão presentear amigos com passagem, às custas do povo, e só assim, poderá ser manipulada toda uma realidade de pobreza e necessidade com a divulgação de restritas obras sensacionalistas do Governo, que atingem uma porcentagem ínfima da população.
De fato, o jornalismo está mais para o "comunicador nato" do que para o jornalista formado. Isto não explica, porém, o fim da exigência do MTB. Seria mais viável a concessão do registro aos possuidores de "talento nato" através de uma prova específica e da comprovação de experiência do que a inexistência da necessidade da faculdade para o exercício da profissão.
Sem a obrigatoriedade do diploma, os jovens que sonham uma carreira na Comunicação não precisarão passar mais pelo crivo da faculdade. Assim, estarão desprovidos de disciplinas paralelas importantes, como a ética.
E é exatamente aí que os "grandões" querem chegar. Sem ética, o cidadão se torna mais vulnerável às pressões, menos valorizador de detalhes importantes que envolvem seu cotidiano, mais "vendável", mais mercenário, menos idealista...
Os mesmos grandões que estão, agora, felizes pelo desestímulo à informação, são aqueles de quem o Brasil muito se envergonha, apesar de isto nada importar à trupe do mal. Um Senado caótico, antro da corrupção, falcatruas; uma Câmara perdida, dilacerada pela sobressalência de interesses individualistas; um Executivo extremamente comprometido a estes interesses, marcado pelos mais incríveis casos de corrupção, e pelas mais esdrúxulas tentativas de acobertamento dos mesmos; e por um Judiciário que mais parece um balcão de negócios: "o preço por tal sentença é X".
Sim, senhores e senhoras. É Gilmar Mendes, o glorioso ministro com cara de bolacha estragada que soltou Dantas duas vezes (e soltará quantas mais for preciso), que soltou Marcos Valério, que soltou os deputados acusados de homicídio, que despachou de madrugada para a soltura de diversos outros envolvidos em crime político, foi este Gilmar Mendes um dos defensores piloto do fim da exigência do diploma.
Sejamos jornalistas por ideais, por compatibilidade e por caráter.
Descartemos de nosso meio pseudo-comunicadores que, à frente de veículos, manipulem a informação de acordo com seu interesse, "coçando" e satirizando as necessidades da população, faltando com a ética ao tentar menosprezar a produção informativa de outros veículos e permitindo, pela ausência de caráter, que governantes se "lixem" para o que pensa e necessita o povo.
E, que estes vermes, que ainda circulam pelas nossas cidades, mesmo empesteados de processos e livres por força de uma coleção de habeas-corpus, se juntem, num futuro próximo, a Gilmares Mendes e demais aproveitadores em um final que a Bíblia os reserva: O FOGO ETERNO!
Sejamos heróis como a história mostra que já fomos. Submersa em uma aparente turbulência, está uma grande vitória.
Lúcio Henrique Borges
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Receita de Bolo da Vovó
Ingredientes:
2 xícara(s) (chá) de côco ralado(s)
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar União
1 xícara(s) (chá) de manteiga
1 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
6 unidade(s) de ovo
Preparação:
Em uma vasilha, coloque as gemas, o açúcar e a manteiga. Dissolva bem até formar um creme. Acrescente o coco ralado e a farinha de trigo. Bata bem na batedeira. Coloque as claras em neve e o fermento e mexa delicadamente. Despeje em forma untada e leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos.
Rendimento:
10 porções
*Eu ia fazer música, mas não quero ser mais um "Geraldo Vandré", por isso, preferi recorrer à VOVÓ...
2 xícara(s) (chá) de côco ralado(s)
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar União
1 xícara(s) (chá) de manteiga
1 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
6 unidade(s) de ovo
Preparação:
Em uma vasilha, coloque as gemas, o açúcar e a manteiga. Dissolva bem até formar um creme. Acrescente o coco ralado e a farinha de trigo. Bata bem na batedeira. Coloque as claras em neve e o fermento e mexa delicadamente. Despeje em forma untada e leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos.
Rendimento:
10 porções
*Eu ia fazer música, mas não quero ser mais um "Geraldo Vandré", por isso, preferi recorrer à VOVÓ...
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