terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O preço e as consequências do voto


O tempo, infelizmente, passa muito rápido. Parece que faz poucos dias que, de um jeito ou de outro, estávamos envolvidos na campanha eleitoral de 2008, que culminou na eleição do ex-detento Milton Serafim para a Prefeitura da cidade. As consequências de sua vitória foram esmiuçadamente demonstradas à população que, mesmo assim, em sua maioria, optou por retornar ao poder um homem com centenas de complicações cíveis, criminais e policiais.

Faltam alguns dias para Serafim, que tem como vice o apagado e burocrático Jaime Cruz, "meiar" o mandato. E, pegando carona na pergunta de um cidadão, que questionou o prefeito "quais seriam as obras de sua gestão sem contar TAPA-BURACOS, que não são obras", acredito que é hora de se fazer um balanço. O que de bom à população, de fato, a eleição de Milton Serafim proporcionou, de 2009 (ano que assumiu) para cá?

Em uma cidade com substancioso orçamento, a Saúde continua na UTI. Moradores reclamam da falta de remédios e, quando os tem, da distribuição sem critérios. A educação! Meu Deus, a educação. O que dizer de um secretário que esquece uma CRIANÇA INDEFESA trancada dentro da sala de aula, após o expediente? Que vergonha, hein Sr. Jaime Cruz? Justo o senhor, que se julga a personificação da verdade, da intelectualidade, se prestando a um papelão destes? E o pior: não admitiu o erro. Botou debaixo do tapete.

A cultura tornou-se um caos. O prefeito prefere tentar desqualificar os artistas e suas organizações do que resolver os problemas da área, colocando alguém qualificado para comandá-la e elaborando um plano de cultura realmente adequado às necessidades de uma cidade que, num passado BEM recente, era destaque estadual, nacional da área. Os senhores Milton Serafim e Jaime Cruz conseguiram também acabar com a cultura local.

A cidade, de modo geral, está um caos. As obras de "remodelagem" no visual urbanístico são, nos bastidores, um tanto quanto nebulosas. Contratos oriundos de editais não publicados na cidade privilegiam algumas empresas de correligionários históricos do prefeito. Obras que, feitas hoje, precisam ser refeitas ou "tapeadas" amanhã, por pura incompetência do prefeito Serafim, do vice Jaime Cruz e de seus assessores.

É fato que as alianças políticas estão custando caro para Serafim. Aliás, estão lhe custando, em muitos casos, a própria carne. Políticos "novos", marinheiros de primeira viagem, seguidamente criam encrencas nos corredores do poder com correligionários que apoiaram Serafim a vida toda.

Políticos, muitas vezes, oportunistas, como o "Justin Bieber" de Vinhedo, Sr. Júnior Vendemiatti.

Esta reflexão não pode se alongar por demais. Mas não pode ignorar o maior fracasso da administração Serafim (se é que um é maior que o outro): a SEGURANÇA. O estapafúrdio Toninho Falsarella, que no passado, com sua voz de locutor de rádio de periferia e alguns jogos de cena conseguia tapear o povo, está mais perdido que cachorro que cai de mudança. Guardas municipais estão insatisfeitos. A segurança não dispõe de um plano estratégico de ação e, não é demais lembrar, no ano passado, uma viatura da GUARDA MUNICIPAL CHEGOU A SER FURTADA. Pasmem, senhores! É verdade. O carro descaracterizado que o Tola dirigia.

Milton Serafim está perdido. E isto é visível. A "pompa prefeiturística" de outrora foi deixada de lado. Ao invés de concentrar-se nos problemas e necessidades da cidade, o prefeito, diariamente, tem que se desdobrar para conter os ânimos tipicamente juvenis de vereadorezinhos famintos e assessores destrambelhados. E, quando sobra algum tempinho, eis que lá vem o oficial de Justiça com mais um abacaxi para o exército de advogados do "homem" descascar.

É uma pena. Este Blog nunca torceu contra Vinhedo. Pena que a população, em sua maioria, tenha torcido contra. E, mais do que isso, tenha VOTADO CONTRA.

O resultado está aí. Há levantamentos que provam que a população não quer nem saber da vida pregressa de Milton. Isto pouco importa. O que importa é que a cidade NÃO ESTÁ CAMINHANDO BEM. Então, vamos mudar nosso foco. Vamos falar dos problemas da cidade.

E iniciar a contagem regressiva, daqui a alguns dias, para o término deste mandato que caminha a passos largos para se concretizar o PIOR da história política do Município.

Errar uma vez é humano. Duas, é burrice. Que em 2012, que não está tão longe assim, a população não cometa a burrice de reeleger Milton Serafim, caso ele possa se candidatar, e, MUITO MENOS, de votar em alguém que já tenha tido ligação com ele.


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Esposa do "Poodle Falsarella" é aprovada em concurso da Câmara

Ninguém aqui duvida da capacidade, inteligência e bom resultado da esposa do secretário Toninho Falsarella, Daniela, que foi aprovada no concurso da Câmara de Vinhedo. Mas é fato que a sequência de aprovações de parentes de ocupantes do 1º escalão do Governo em concursos da municipalidade está revoltando à população.

Quando Toninho foi apresentado como secretário, em 1º de janeiro de 2008, Milton anunciou que ele seria "o pit bull de Vinhedo". Que Falsarella realiza diversas "cachorradas", todo mundo sabe. Mas o secretário acabou ficando mais para "Poodle" do que "pit bull".

E falta de alertar não foi. Em páginas de relacionamento na Internet, como Orkut, vários concursandos de fora que solicitaram informações foram avisados pelos vinhedenses que, em todos os concursos realizados em administrações Serafim (nesta, com a ajuda do SR. JAIME CRUZ), havia parentes de correligionários aprovados.

Tá aí!
O tempo é, sempre, o senhor do destino.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Covardia do PV expõe fisiologismo, falta de identidade e submissão excessiva


Com medo de desagradar ao prefeito Serafim, "verdes" ignoram boa votação de Marina na cidade; reconhecem, assim, que não tiveram mérito algum sobre o bom número de votos da candidata

Antes das eleições de 2008, que definiram prefeito e vereadores para a cidade, o PV (Partido Verde) deu mostras de grandeza ao arrebanhar novos filiados, estruturar sede e debater idéias na cidade. Hoje, passados dois anos, nota-se que tudo não passou de "ensaio de um espetáculo" artificial, montado com objetivo único de promover o partido e conseguir uma vaga na chapa encabeçada pelo prefeito Milton Serafim.

É claro que, como vice-prefeito, Jaime Cruz passou a ter uma influência camuflada em distintos setores do Município, indicou outros filiados da sigla para comporem a equipe de Governo e, de quebra, engordou a conta bancária ao passar a receber, mensalmente, mais de R$ 6 mil de salário a que o vice-prefeito (ou secretário de Educação) tem direito.


Mas a submissão e covardia do PV e de Jaime Cruz frente ao chefe do Executivo e seus principais aliados têm custado caro à figura política do vice-prefeito e de seu grupo: mesmo ocupando cargos importantes na cidade, por exemplo, o nome de Jaime não decola nem a poder de reza brava nas pesquisas de intenção de voto para prefeito.

O PV tornou evidente seu fisiologismo, medo do Milton Serafim e abandono à própria identidade (se é que a tem) nas últimas eleições: a boa votação da candidata Marina Silva na cidade (que, na verdade, nada teve a ver com o PV local e sim como VOTO DE PROTESTO ao plebiscitarismo da disputa presidencial) não foi explorada pelos verdes vinhedenses.

Não destacaram a boa somatória de votos, não agradeceram aos eleitores e nem aproveitaram, como bons políticos (que, reconheçamos, um dia foram Jaime Cruz e José Luiz Bernegossi - hoje não são mais) a expressiva votação de Marina para mostrarem força do partido na cidade.

Ao contrário, temerosos de causarem insatisfação no "Rei", sobretudo pelo candidato oficial, Campos Machado, ter obtido uma votação VERGONHOSA na cidade, compatível à sua insignificância política, esconderam-se sob os salários que recebem. Acomodaram-se. Mostraram-se satisfeitos em serem meros ocupantes de cargos de confiança.

Triste fim do PV. Podem apostar: o partido sairá da Administração menor do que entrou. E não ocupará mais o cargo de vice em eventual nova chapa majoritária a ser encabeçada pelo prefeito Serafim.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A briga dele tem nome e sobrenome: quer ser "vice-prefeito de Milton"


O mal estar criado pelo vereador Júnior Vendemiatti (PPS) na já tumultuada equipe do prefeito Milton Serafim foi interpretado pelos mais experientes do grupo como: "mal chegou, quer sentar na janela e já dar tchauzinhos".
Júnior criticou na internet, dias atrás, o 'peso' do Partido Verde, do vice Jaime Cruz, na Administração.
Para um alto escalão do Governo Milton, que conversou com o Blog sob o compromisso de se manter em sigilo o seu nome, a "birra" do vereador adepto das gravatas coloridas já está manjada no gabinete de Serafim: Júnior quer, a todo custo, ser chamado para concorrer como vice-prefeito nas eleições de 2012, em chapa a ser encabeçada pelo prefeito Milton.
Alguns fatores merecem análise. O primeiro é sobre a possibilidade de o próprio Milton concorrer, visto que a Lei Ficha Limpa, apesar dos inúmeros debates que ainda se cerca, já começou a 'grampear' alguns políticos com complicações judiciais. O caso de Serafim, como todos sabem, extrapola à esfera jurídica: ele já foi preso por duas vezes e ficou foragido em outra.
Outro fato é justamente a carreira de "metamorfose ambulante" do vereador que já fez luzes no cabelo. O próprio staff próximo de Serafim não nutre confiança em Júnior. Tratam-no com 'carinho político' porque seu voto é importante para manter a maioria no Legislativo; porém, sabem da periculosidade de se contar com um sujeito que muda de opinião a seu bel prazer.
"Ele está enciumado porque sequer é chamado para algumas reuniões importantes da Administração. Seu nome jamais foi cogitado para alguma candidatura na chapa majoritária. E o Júnior quer ser o vice-prefeito do Milton na próxima eleição", contou, com todas as letras, um dos ocupantes dos principais cargos da Administração, que sempre militou ao lado de Serafim.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Intrigas e ciuminhos nas proximidades da "Sala do Rei": Milton perde força, prestígio e correligionários históricos

É sabido que, neste novo mandato, Milton Serafim não desfruta do 'controle absoluto' sobre seus subordinados mais próximos, a exemplo dos mandatos anteriores. E, nem mesmo, do carisma destes: por inúmeras circunstâncias, aliados históricos de Serafim estão deixando de militar ao seu lado.

Nos últimos dias, o vereador Júnior Vendemiatti, conhecido como "Metamorfose Ambulante", colocou outro abacaxi sobre a mesa de Serafim. Criticou, na Internet, o peso do PV (Partido Verde), do apagado vice Jaime Cruz, na Administração.
Lembrei-me de um ditado: "mal chegou e já quer sentar na janelinha para dar tchauzinho".

Menino mimado este Júnior. Alguém precisa lhe mostrar que a vida, bem como a política, vão além de seu próprio umbigo, de seu guarda roupas com coloridas gravatas e de salões de cabeleireiro onde se pode fazer luzes nas madeixas.
Já a desidratação da figura de Milton Serafim entre os próprios correligionários, dentre os quais destacam-se influentes empresários, coloca em xeque o poder de fogo que o petebista sempre teve nas eleições.
Abrem-se caminhos na política municipal.

Eu sempre disse, desde a vitória de Milton, que não havia melhor momento para o "homem ter ganho". Com tantas alianças, a bagunça geral nas proximidades da sala do Rei era questão de tempo. A debandada de correligionários históricos, também.

É o que se vê. Quanto mais pessoas como Adriano Corazzari, Júnior Metamorfose Vendemiatti, Márcio Melle, Ana Genezini e Donizete Lopes insistirem em defender o indefensável, mais queimarão às próprias carreiras, em particular.
É o que se ouve, de modo geral, nas ruas de Vinhedo e nas rodas de discussões políticas pela cidade.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"Bloco do Supositório" aprova 15% de remanejamento a Serafim / Jaime Cruz


O grupo de vereadores composto por Ana Genezini (PTB), Júnior Vendemiatti (PPS), Donizete Lopes (PTB), Márcio Melle (PSB) e Adriano Corazzari (PSB), mais conhecido como "Bloco do Supositório", por dizer rigorosamente SIM a todas as propostas enviadas pelo Executivo, aprovou 15% de remanejamento de verbas para o prefeito Serafim no Orçamento do ano que vem, 2011.

Isto, em tese, reduz o poder de articulação e a prerrogativa de fiscalização do Poder Legislativo, que, por sua vez, sempre mostrou-se disposto a analisar e aprovar as matérias provenientes do Executivo.

O vereador Júnior Vendemiatti (PPS), maior decepção do eleitorado vinhedense, que "valorizou seu passe" por aproximadamente 1 ano com críticas ferrenhas e de cunho pessoal contra o chefe do Executivo, antes de 'pular à sua bancada', chegou a confidenciar a este blogueiro, em 2009, que em 2010 indicaria taxa de remanejamento ZERO ao prefeito.

E tomo a liberdade de parafrasear o próprio prefeito Serafim, em carta aberta à população onde chamou Júnior Vendemiatti (PPS) de MOLEQUE: "onde está a verdade, vereador Júnior Vendemiatti?". - Deste jeito, Jr. não será eleito nem mesmo como presidente de festa junina. Carreira que começa assim tem sempre prazo de validade.

Mas, em meio a tanta patifaria no Legislativo, há os que se salvam. E estes são: Marta Leão (PP), Cidinho (PTB), Carlinhos Paffaro (PR), Izael Viel (PR) e Rubens Nunes (PR).

Cidinho, que sempre militou ao lado do prefeito Serafim, defendeu uma taxa responsável de 10% de remanejamento. E Carlinhos Paffaro, mais experiente vereador do parlamento, também propôs este percentual.

Porém, o "rolo compressor" formado pelo "Bloco do Supositório", mais uma vez, com os olhos tapados à realidade da cidade, conferiu superpoderes à Administração Serafim que, diga-se de passagem, está para lá de CAÓTICA.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A continuidade ao Desenvolvimento versus o retrocesso e a estagnação

Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) voltam a 'duelar' nas urnas no próximo domingo, 31. E estas eleições acabaram com qualquer possibilidade de atualizações neste Blog, visto que o Blogueiro trabalhou quase que diuturnamente em diversas frentes de mobilização, em prol de candidatos pelos quais foi contratado para assessorar na área de comunicação e marketing.
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A partir de domingo, voltaremos à rotina normal e às atualizações do Blog. E é hora de, a três dias do pleito, lançarmos sintética reflexão acerca do que representa, para o País, esta disputa. Afinal, está em jogo a continuidade do processo de desenvolvimento que embarcamos há oito anos, com a eleição do Presidente Lula.
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Por mais simpático que possa ser à candidatura de José Serra, o eleitor jamais pode deixar de reconhecer os avanços do País sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Com Lula, a inflação baixou de 12,65% para 4,49% (se comparada à gestão FHC); o número de famílias atendidas com programas sociais subiu de 3,6 para 12,6 milhões. E o SAMU - 192, que com o PSDB de Serra não existia, hoje atende a 1.347 cidades brasileiras.
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Lula construiu 214 Escolas Técnicas Federais no País. Fernando Henrique, apenas 11. Quando o assunto é Educação Superior, a disparidade é gritante: o governo do PSDB construiu apenas 1 (UMA) Universidade Federal, em função da criação do Estado de Tocantins; já Lula e Dilma construíram 14 e lançaram 117 novas extensões. Isto para não falarmos no ProUni.
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Com FHC e Serra, a miséria aumentou no Brasil. Com Lula e Dilma, 31 milhões de pessoas entraram para a classe média e 28 milhões saíram da pobreza absoluta.
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Hoje, o que mais incomoda os "ricos" e os "falidos" que ainda se acham ricos, é entrar no avião e perceber que, com Lula, o pobre também pode realizar viagens aéreas; é andar pela rua e ver que o trabalhador menos favorecido também tem direito de falar ao celular, de comer carne todos os dias.
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Graças ao Lula. Graças à Dilma.
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O PSDB deve pagar, no próximo domingo, se confirmados os resultados apontados nas pesquisas eleitorais, o preço por não ter se reciclado. Aquela imagem de "pastel amanhecido" de José Serra e o seu "tro lo ló" quadrado já não são mais capazes de convencer a nenhum eleitor.
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Afinal, hoje, a conscientização da população menos favorecida é muito mais evidente. E, em grande parte, graças ao Governo Lula, que democratizou o acesso à Educação Superior e possibilitou que pessoas de classes inferiores pudessem ter, na Universidade, oportunidade de estudo e reflexão.
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O "massacre" da grande mídia à candidatura de Dilma, através de veículos como Folha de S. Paulo, Estadão, Globo e Veja, contraposto à sua liderança no primeiro turno, mostra que, ao contrário de antigamente, não é mais "verdade absoluta" o que passa na televisão. O povo está pensando, está refletindo.
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Curiosamente, Folha de S. Paulo, Veja, Globo e Estado de S. Paulo, através de suas Editoras, receberam mais de R$ 20 milhões em publicidade e aquisição de assinaturas somente no ano de 2009, do Governo Serra.
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Serra não tem o direito de apontar o dedo a Dilma em função de escândalos. A antecipação dos vencedores da licitação do Metrô, reportada pela Folha de S. Paulo esta semana, somada à atuação próxima de Serra de "Paulo Preto", o homem do caixa 2 do PSDB que era responsável pelas grandes obras no Governo de São Paulo, mostra o quão corruptos são os tucanos.
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O PSDB não soube ser oposição sistemática ao Governo Lula. E nem poderia. Afinal, o Governo deu certo. Mas a falta de uma identidade, pelo que se presume, irá custar caro ao partido, que já perdeu em representatividade nos Estados, no Congresso Federal e no Senado.
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A eleição de Dilma Rousseff é o caminho para o Brasil seguir mudando. Que deixemos de lado, mais uma vez, o preconceito e a discriminação, e, a exemplo de 2002, rompamos um estigma: lá, há oito anos, elegemos pela primeira vez para Presidente um ex-torneiro mecânico, que veio do seio do povo.
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Agora, passados oito anos de desenvolvimento, é chegada a hora de alçarmos à Presidência da República a primeira mulher, na história. Lula é Dilma. Dilma é Brasil.