É muito importante para um município criar um órgão de publicação dos atos oficiais. Na maioria das vezes, reduz custos, centraliza as principais informações e dá transparência à coisa pública. Sempre vi com bons olhos a existência dos chamados "diários oficiais".
Porém, Vinhedo e suas particularidades me exigem profundas reflexões. Vamos lá: se o valor médio do centímetro de coluna para publicações, na cidade, é de R$ 0,55, e o valor mínimo que um veículo deveria cobrar para, ao menos, custear as despesas, deveria ser de R$ 1,50, o que leva o Prefeito a traçar tal projeto.
Em municípios vizinhos (alguns, BEEEM vizinhos), há grupos de comunicação que, sem concorrência local, praticam preços superiores a R$ 6,00 o centímetro de coluna.
O petebista Milton Serafim (PTB) enviou à Câmara projeto que vai a plenário às 17 horas de HOJE, terça-feira, criando a Imprensa Oficial. Porém, a se considerar a baixa demanda de publicações dos órgãos públicos do município, o não tão elevado número de habitantes, e o custo reduzidíssimo da publicação oficial, torna-se mais do que DESNECESSÁRIA a criação do órgão oficial: é, também, INVIÁVEL.
Portanto, senhores Vereadores, defensores do bom uso do dinheiro público, vamos dizer "NÃO" a este projeto que, cá entre nós, "cheira a maracutaia".
terça-feira, 7 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
EM TEMPO: Prefeito encontra-se "amofinado com a cúpula" para processar mudanças no Governo
Fontes ligadas ao Executivo dão conta de que, neste momento, o prefeito Milton Serafim (PTB) encontra-se reunido com a alta cúpula de seu governo, traçando mudanças impactantes no Secretariado e segundo escalão da administração.
O motivo, garantem as fontes, seria o "desfile de vaidade" por parte de alguns titulares, que tem desagradado ao Chefe do Executivo, e o baixo rendimento de determinadas pastas, alvo de críticas por parte da Imprensa e da Mídia.
O prefeito, claro, não confirma. O primeiro a "rodar" foi Lole Ferragut. O fato foi anunciado pelo prefeito em um veículo de repercussão quase nula, talvez no intuito justamente de 'não botar panos quentes' sobre a questão.
Extraoficialmente, o blogueiro apurou que podem "dançar", ainda hoje, Toninho Falsarella e Paulo Mattos. Porém, o prefeito está analisando, ainda, qual o impacto negativo que demissões no primeiro escalão poderiam causar à administração.
Semana turbulenta e decisiva no município.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Desestímulo à informação: um brinde aos mercenários e um convite ao amadorismo
O STF aplicou, na tarde desta quarta-feira, um dos mais duros golpes à comunicação. O fim da obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão pode ser interpretado como um desestímulo ao estudo, à carreira e à informação desvinculada de qualquer interesse.
E, não reste dúvidas, há interesses a curto, médio e longo prazo em tal medida. Primeiro, aos "grandões do poder", a desinformação é conveniente. Só assim, Sarneys poderão empregar sua cria maldita no poder, Lulas poderão concorrer a um terceiro, quarto, quinto mandato, deputados poderão presentear amigos com passagem, às custas do povo, e só assim, poderá ser manipulada toda uma realidade de pobreza e necessidade com a divulgação de restritas obras sensacionalistas do Governo, que atingem uma porcentagem ínfima da população.
De fato, o jornalismo está mais para o "comunicador nato" do que para o jornalista formado. Isto não explica, porém, o fim da exigência do MTB. Seria mais viável a concessão do registro aos possuidores de "talento nato" através de uma prova específica e da comprovação de experiência do que a inexistência da necessidade da faculdade para o exercício da profissão.
Sem a obrigatoriedade do diploma, os jovens que sonham uma carreira na Comunicação não precisarão passar mais pelo crivo da faculdade. Assim, estarão desprovidos de disciplinas paralelas importantes, como a ética.
E é exatamente aí que os "grandões" querem chegar. Sem ética, o cidadão se torna mais vulnerável às pressões, menos valorizador de detalhes importantes que envolvem seu cotidiano, mais "vendável", mais mercenário, menos idealista...
Os mesmos grandões que estão, agora, felizes pelo desestímulo à informação, são aqueles de quem o Brasil muito se envergonha, apesar de isto nada importar à trupe do mal. Um Senado caótico, antro da corrupção, falcatruas; uma Câmara perdida, dilacerada pela sobressalência de interesses individualistas; um Executivo extremamente comprometido a estes interesses, marcado pelos mais incríveis casos de corrupção, e pelas mais esdrúxulas tentativas de acobertamento dos mesmos; e por um Judiciário que mais parece um balcão de negócios: "o preço por tal sentença é X".
Sim, senhores e senhoras. É Gilmar Mendes, o glorioso ministro com cara de bolacha estragada que soltou Dantas duas vezes (e soltará quantas mais for preciso), que soltou Marcos Valério, que soltou os deputados acusados de homicídio, que despachou de madrugada para a soltura de diversos outros envolvidos em crime político, foi este Gilmar Mendes um dos defensores piloto do fim da exigência do diploma.
Sejamos jornalistas por ideais, por compatibilidade e por caráter.
Descartemos de nosso meio pseudo-comunicadores que, à frente de veículos, manipulem a informação de acordo com seu interesse, "coçando" e satirizando as necessidades da população, faltando com a ética ao tentar menosprezar a produção informativa de outros veículos e permitindo, pela ausência de caráter, que governantes se "lixem" para o que pensa e necessita o povo.
E, que estes vermes, que ainda circulam pelas nossas cidades, mesmo empesteados de processos e livres por força de uma coleção de habeas-corpus, se juntem, num futuro próximo, a Gilmares Mendes e demais aproveitadores em um final que a Bíblia os reserva: O FOGO ETERNO!
Sejamos heróis como a história mostra que já fomos. Submersa em uma aparente turbulência, está uma grande vitória.
Lúcio Henrique Borges
E, não reste dúvidas, há interesses a curto, médio e longo prazo em tal medida. Primeiro, aos "grandões do poder", a desinformação é conveniente. Só assim, Sarneys poderão empregar sua cria maldita no poder, Lulas poderão concorrer a um terceiro, quarto, quinto mandato, deputados poderão presentear amigos com passagem, às custas do povo, e só assim, poderá ser manipulada toda uma realidade de pobreza e necessidade com a divulgação de restritas obras sensacionalistas do Governo, que atingem uma porcentagem ínfima da população.
De fato, o jornalismo está mais para o "comunicador nato" do que para o jornalista formado. Isto não explica, porém, o fim da exigência do MTB. Seria mais viável a concessão do registro aos possuidores de "talento nato" através de uma prova específica e da comprovação de experiência do que a inexistência da necessidade da faculdade para o exercício da profissão.
Sem a obrigatoriedade do diploma, os jovens que sonham uma carreira na Comunicação não precisarão passar mais pelo crivo da faculdade. Assim, estarão desprovidos de disciplinas paralelas importantes, como a ética.
E é exatamente aí que os "grandões" querem chegar. Sem ética, o cidadão se torna mais vulnerável às pressões, menos valorizador de detalhes importantes que envolvem seu cotidiano, mais "vendável", mais mercenário, menos idealista...
Os mesmos grandões que estão, agora, felizes pelo desestímulo à informação, são aqueles de quem o Brasil muito se envergonha, apesar de isto nada importar à trupe do mal. Um Senado caótico, antro da corrupção, falcatruas; uma Câmara perdida, dilacerada pela sobressalência de interesses individualistas; um Executivo extremamente comprometido a estes interesses, marcado pelos mais incríveis casos de corrupção, e pelas mais esdrúxulas tentativas de acobertamento dos mesmos; e por um Judiciário que mais parece um balcão de negócios: "o preço por tal sentença é X".
Sim, senhores e senhoras. É Gilmar Mendes, o glorioso ministro com cara de bolacha estragada que soltou Dantas duas vezes (e soltará quantas mais for preciso), que soltou Marcos Valério, que soltou os deputados acusados de homicídio, que despachou de madrugada para a soltura de diversos outros envolvidos em crime político, foi este Gilmar Mendes um dos defensores piloto do fim da exigência do diploma.
Sejamos jornalistas por ideais, por compatibilidade e por caráter.
Descartemos de nosso meio pseudo-comunicadores que, à frente de veículos, manipulem a informação de acordo com seu interesse, "coçando" e satirizando as necessidades da população, faltando com a ética ao tentar menosprezar a produção informativa de outros veículos e permitindo, pela ausência de caráter, que governantes se "lixem" para o que pensa e necessita o povo.
E, que estes vermes, que ainda circulam pelas nossas cidades, mesmo empesteados de processos e livres por força de uma coleção de habeas-corpus, se juntem, num futuro próximo, a Gilmares Mendes e demais aproveitadores em um final que a Bíblia os reserva: O FOGO ETERNO!
Sejamos heróis como a história mostra que já fomos. Submersa em uma aparente turbulência, está uma grande vitória.
Lúcio Henrique Borges
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Receita de Bolo da Vovó
Ingredientes:
2 xícara(s) (chá) de côco ralado(s)
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar União
1 xícara(s) (chá) de manteiga
1 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
6 unidade(s) de ovo
Preparação:
Em uma vasilha, coloque as gemas, o açúcar e a manteiga. Dissolva bem até formar um creme. Acrescente o coco ralado e a farinha de trigo. Bata bem na batedeira. Coloque as claras em neve e o fermento e mexa delicadamente. Despeje em forma untada e leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos.
Rendimento:
10 porções
*Eu ia fazer música, mas não quero ser mais um "Geraldo Vandré", por isso, preferi recorrer à VOVÓ...
2 xícara(s) (chá) de côco ralado(s)
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 1/2 xícara(s) (chá) de açúcar União
1 xícara(s) (chá) de manteiga
1 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
6 unidade(s) de ovo
Preparação:
Em uma vasilha, coloque as gemas, o açúcar e a manteiga. Dissolva bem até formar um creme. Acrescente o coco ralado e a farinha de trigo. Bata bem na batedeira. Coloque as claras em neve e o fermento e mexa delicadamente. Despeje em forma untada e leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos.
Rendimento:
10 porções
*Eu ia fazer música, mas não quero ser mais um "Geraldo Vandré", por isso, preferi recorrer à VOVÓ...
terça-feira, 12 de maio de 2009
Manifestações populares evidenciam falhas gritantes deste início de gestão
As duas manifestações populares já ocorridas em Vinhedo no ano de 2009 servem apenas para evidenciar o que a maioria da comunidade local já percebeu: as falhas gritantes deste início de administração do prefeito Serafim (PTB) concentram-se na segurança e na cultura (ou falta delas, até o momento).
Na tarde desta terça-feira, centenas de comerciantes compareceram à Praça Sant'Anna, onde reivindicaram maior segurança. Tem, na manifestação, o respaldo dos números, já que o índice de roubos na cidade vem numa crescente, sem que a Prefeitura, entidade à qual a Secretaria de Segurança é acoplada, tome qualquer atitude enérgica.
Os comerciantes não se intimidaram, pegaram o microfone e cobraram o Estado, a Prefeitura, a Câmara e até a própria população, numa clara demonstração de desespero e medo, deixando evidente, também, que não há qualquer resquício político que manche o ato. O vereador Júnior Vendemiatti (PPS), que compareceu em algumas reuniões do Conseg e chegou a ser um dos defensores da bandeira da segurança, sequer deu as caras.
Agora, está na mão do prefeito. Ou ele afasta de vez o Toninho Falsarella, o 'cachorro que caiu da mudança', mais perdido impossível, e dá cartas brancas ao Mariano Tola para o mesmo botar a favor da população todo seu conhecimento e experiência, ou mantém sua vaidade em não querer admitir que errou em uma indicação, remetendo à população a fatura por esta teimosia, que se traduz nos roubos, furtos e no arrojo dos bandidos que, sem qualquer resistência estratégica e enérgica, vêm fazendo a festa em Vinhedo.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
“Grupo alternativo”, marketing pessoal ou valorização do ‘passe’???
Bem que os marinheiros de primeira viagem Júnior Vendemiatti (PPS) e Marta Leão (PP) tentaram, no início da Legislatura, se passar por líderes parlamentares dentro do Legislativo, atuando com certa sintonia nas votações e mostrando firmeza nos pareceres e na defesa dos objetivos pregados por cada um em sua respectiva campanha.
Mas um verdadeiro líder deve apresentar, além de objetivos firmes, a defesa dos mesmos em situações adversas. Deve ser estrategista, atacar na hora certa e, também, ‘acariciar’ na hora certa. Por fim, a liderança se propaga com a regularidade, e, geralmente, é sentida com o tempo.
Neste princípio, e por esta reflexão, a verdadeira liderança dentro da Câmara de Vinhedo, para a legislatura que se iniciou, vem através de Ana Genezini (PTB). Desde seu retorno à Câmara, ela já disse que “uma assessora do prefeito não trabalhou, e que nunca se sabia se a assessora era a mãe ou a enteada”. Também já se ‘atracou’ nas palavras com Júnior, Carlinhos Paffaro, Izael Viel e Rubens Nunes.
Mesmo assim, na última sexta-feira, o mesmo projeto da Sanebavi que outrora foi palco de “bla bla bla” do chamado ‘Grupo Alternativo’, foi aprovado sem ressentimentos pela ex-oposição. Sinal que a mesma Ana que ‘bateu’ nos colegas quando estes foram contra os princípios da Administração, conseguiu o voto favorável de cada um à matéria de seu interesse.
De seu interesse, do interesse do prefeito e do interesse do seu primo, o Canjica. Porque o povo, mesmo, não tem nenhum interesse em ampliar cargos na Sanebavi, e partir para o lado da ‘inconstitucionalidade’ ao equiparar o cargo de Supertintendente da Autarquia ao de um secretário, só para que seu “comandante” continue à frente do cargo. Sobretudo depois que a conta de água foi reajustada alegando ‘déficit’ no orçamento.
A aprovação, num preguiçoso final de tarde de sexta-feira, véspera do Dia das Mães, foi acompanhada sob os olhares atentos e AZUIS do prefeito Serafim, e de seu primo e fiel escudeiro, Canjica. É o olhar do líder político maior da cidade, que tem, na simples presença, o costume de calar os 'mais fracos', que, em suas costas, tentam se passar por opositores para ganharem crédito junto à população.
A população, sinceramente, não entendeu o posicionamento da oposição. A reunião de sexta-feira deixou muitas dúvidas no ar: teriam, os ex-opositores, feito tanto “bla bla bla” quando da eleição de Cidinho, quando do aumento de água e quando da manifestação do pessoal da Cultura, tentando ‘valorizar o passe’???
Dúvida que o tempo poderá responder. Agora, se há algo que não resta dúvidas, é sobre a liderança na Câmara: esta sim, está bem definida, e personificada através de Ana Genezini (PTB), a verdadeira líder.
Mas um verdadeiro líder deve apresentar, além de objetivos firmes, a defesa dos mesmos em situações adversas. Deve ser estrategista, atacar na hora certa e, também, ‘acariciar’ na hora certa. Por fim, a liderança se propaga com a regularidade, e, geralmente, é sentida com o tempo.
Neste princípio, e por esta reflexão, a verdadeira liderança dentro da Câmara de Vinhedo, para a legislatura que se iniciou, vem através de Ana Genezini (PTB). Desde seu retorno à Câmara, ela já disse que “uma assessora do prefeito não trabalhou, e que nunca se sabia se a assessora era a mãe ou a enteada”. Também já se ‘atracou’ nas palavras com Júnior, Carlinhos Paffaro, Izael Viel e Rubens Nunes.
Mesmo assim, na última sexta-feira, o mesmo projeto da Sanebavi que outrora foi palco de “bla bla bla” do chamado ‘Grupo Alternativo’, foi aprovado sem ressentimentos pela ex-oposição. Sinal que a mesma Ana que ‘bateu’ nos colegas quando estes foram contra os princípios da Administração, conseguiu o voto favorável de cada um à matéria de seu interesse.
De seu interesse, do interesse do prefeito e do interesse do seu primo, o Canjica. Porque o povo, mesmo, não tem nenhum interesse em ampliar cargos na Sanebavi, e partir para o lado da ‘inconstitucionalidade’ ao equiparar o cargo de Supertintendente da Autarquia ao de um secretário, só para que seu “comandante” continue à frente do cargo. Sobretudo depois que a conta de água foi reajustada alegando ‘déficit’ no orçamento.
A aprovação, num preguiçoso final de tarde de sexta-feira, véspera do Dia das Mães, foi acompanhada sob os olhares atentos e AZUIS do prefeito Serafim, e de seu primo e fiel escudeiro, Canjica. É o olhar do líder político maior da cidade, que tem, na simples presença, o costume de calar os 'mais fracos', que, em suas costas, tentam se passar por opositores para ganharem crédito junto à população.
A população, sinceramente, não entendeu o posicionamento da oposição. A reunião de sexta-feira deixou muitas dúvidas no ar: teriam, os ex-opositores, feito tanto “bla bla bla” quando da eleição de Cidinho, quando do aumento de água e quando da manifestação do pessoal da Cultura, tentando ‘valorizar o passe’???
Dúvida que o tempo poderá responder. Agora, se há algo que não resta dúvidas, é sobre a liderança na Câmara: esta sim, está bem definida, e personificada através de Ana Genezini (PTB), a verdadeira líder.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
CONTO INFANTIL
Numa cidadezinha de interior, não tão distante da capital da Província, uma figura que deveria dar exemplo aos munícipes, o secretário de Transporte e Segurança, acidentou-se dirigindo um veículo com licenciamento por fazer, e vários milhares de multas a pagar.
Aí, como nesta cidade a segurança NÃO VAI BEM, obrigado, o secretário ficou com inveja deste magnífico CONTO INFANTIL e resolveu contar um CONTO PARA BOI DORMIR. Falou: "vamos melhorar a segurança"...
Vê se pode???
Assinar:
Postagens (Atom)